#190319-04
19/03/2019

Indústria têxtil e de confecção analisa com cautela crescimento da economia

O segmento têxtil e de confecção, com a contratação de 31.666 trabalhadores e 22.390 demissões, fechou janeiro deste ano com saldo positivo de 9.276 novos empregos – empregando, hoje, cerca de 1,5 milhão de pessoas. Representando 26,5% do total de vagas geradas pela indústria de transformação (34.929), foi o melhor resultado dentre todos os subsetores, conforme indicam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

O início de recuperação no número de postos de trabalho, depois de uma queda de 3,14% nos últimos 12 meses, é congruente com os resultados da Pesquisa de Conjuntura de fevereiro da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), na qual os empresários do setor apontavam uma retomada neste início de 2019, observa Fernando Valente Pimentel, presidente da entidade. Tanto que, no tocante à produção de janeiro, 40% dos respondentes disseram que ficou um pouco acima da verificada no mesmo mês de 2018 e 8%, muito acima. Quanto às vendas, 48% das empresas indicaram terem ficado pouco acima e 8%, muito acima. Contudo, faltando pouco tempo para o novo governo completar 90 dias, os ânimos de alguns elos da cadeia têxtil já começam a arrefecer, já que o varejo não tem conseguido reagir e os pedidos para a indústria nacional começam a cair. Paralelamente, tem aumentado os pedidos de importação e economistas estimam redução do PIB de 3% para a casa dos 2%, o que impacta nos resultados do setor.

Comércio exterior preocupa

O presidente da Abit manifesta sua preocupação com o comércio exterior, que continua desfavorável para a indústria têxtil e de confecção. No acumulado dos dois primeiros meses de 2019, as importações foram de US$ 1,05 bilhão, com crescimento de 2,47% em relação a igual período de 2018 (US$ 1,02 bilhão). As exportações, contudo, caíram 25,01% (US$ 168 milhões ante US$ 126 milhões).

O resultado é um déficit de US$ 926 milhões da balança comercial setorial em janeiro e fevereiro, contra US$ 859 milhões no mesmo período do ano passado. "O aumento do saldo negativo foi de 7,85%", acentua Pimentel, ponderando que os números evidenciam a urgência de recuperação da competitividade da indústria brasileira de transformação. "Nesse contexto, são urgentes as reformas previdenciária e tributária, além de mais segurança jurídica, desburocratização e calibração do câmbio e dos juros, que, esperamos, sejam efetivadas pelo novo governo".

O fator China

Dentre as importações no primeiro bimestre de 2019, US$ 630,64 milhões, ou 60% do total, são provenientes da China. O valor das compras advindas do país asiático cresceu 7,42% em relação ao mesmo período de 2018, mas em volume de produtos a expansão foi bem maior: 18,94%. Isso sugere que os chineses estão conseguindo reduzir ainda mais os seus preços e ganhando mais espaço no comércio mundial de têxteis e confeccionados.

FONTE: Investimentos e Notícias
#190318-07
18/03/2019

Marcas brasileiras somaram US$ 1,7 milhão em vendas nas feiras Coterie e Curve

Entre os dias 25 e 27 de fevereiro, 17 marcas brasileiras marcaram presença nas primeiras edições de 2019 da Coterie, uma das mais aguardadas feiras de vestuário do calendário, e da Curve, evento focado em moda íntima. Ambas aconteceram no Jacob Javits Center, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Durante os três dias, a delegação brasileira fechou USD 1,7 milhão em negócios. As expectativas para os próximos 12 meses são de mais USD 2,32 milhões em vendas.

Destas, 15 empresas – Juliana Sanmartin, PatBo, Colcci, Skazi, Patricia Motta, Gilda Lacerda, Haes, Iorane, Maria Dolores, Reina, Paulo Torres, SERPUI, Lavish, Gissa Bicalho e Cecilia Prado – apresentaram seus lançamentos na Coterie; e duas participaram da Curve – Mari M e Recco Lingerie. As marcas desembarcaram nos tradicionais eventos norte-americanos com o apoio do Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira) e do Fashion Label Brasil – realizados por meio de parcerias entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e a Abest (Associação Brasileira de Estilistas), respectivamente.

De acordo com Letícia Morato, responsável pela exportação da marca mineira Skazi, a Coterie rendeu bons pedidos e novos contatos. “As maiores vantagens de participar de uma feira como essa é apresentar a Skazi ao público e aos compradores e abrir caminho para novos clientes”, explica. A delegação brasileira informou ter realizado 388 novos contatos.

Leticia finaliza dizendo que uma de suas maiores satisfações é poder receber clientes antigos em seu estande: “Esse feedback de compradores que já receberam nossa mercadoria em outra coleção e voltaram para fechar negócios é muito importante. É o aval de que o nosso produto foi aprovado em todos os quesitos pelo cliente estrangeiro: design, preço, qualidade e entrega”.

Já Lilian Kaddissi, gerente executiva do Texbrasil, comenta sobre o resultado positivo nas vendas de ambas as plataformas de negócios: “A delegação levou produtos de alto valor agregado e apresentou aos compradores norte-americanos coleções focadas neste mercado. Foi uma receita bem-sucedida que rendeu em ótimos resultados em vendas”.

FONTE: Revista News
#190318-06
18/03/2019

Comércio exterior reduz atividade

Assim como a importação brasileira, a exportação têxtil e de roupas recua em relação a janeiro, mês cujos negócios aceleraram

Depois de acelerar em janeiro, a balança comercial brasileira do setor têxtil e de roupas reduziu a atividade. Em fevereiro, sobre o mês anterior, o comércio exterior do país registrou queda. Recuo pequeno, de apenas 1,16%, na importação em geral, cujo volume de negócios caiu para US$ 523,61 milhões. A redução só não foi maior porque a importação de roupas aumentou 9,35% em fevereiro, atingindo US$ 182,79 milhões, conforme os dados apurados pelo GBLjeans junto ao sistema de controle do comércio exterior do governo federal.

A China é o principal fornecedor para o setor têxtil e de roupas, respondendo sozinha por US$ 326,27 milhões do volume importado pelo Brasil nessa área em fevereiro. O valor é quase 10% maior do que o registrado em fevereiro de 2018. Ao considerar apenas a importação de roupas, o confronto com fevereiro de 2018 revela que a China vendeu ao mercado brasileiro 1,5% a menos em fevereiro de 2019, contabilizando US$ 119,30 milhões.

BRASIL VENDE 15% A MENOS AO EXTERIOR EM FEVEREIRO

As exportações brasileiras de têxteis e roupas que vinham crescendo, encolheram praticamente 15% sobre janeiro, registrando US$ 213,80 milhões em fevereiro. Como em janeiro, o resultado poderia ser pior não fosse o aumento das compras da China em algodão. Dos US$ 31,81 milhões adquiridos pelos chineses, US$ 29 milhões correspondem à compra de algodão brasileiro. A comparação com fevereiro de 2018 assinala aumento de 27% nas exportações brasileiras em geral, basicamente amparadas pela maior participação chinesa. Para ter ideia, em fevereiro de 2018, a China comprou do Brasil US$ 2,54 milhões.

A queda na venda de roupas do Brasil ao exterior foi um pouco menor de um mês para o outro (-10,36%), alcançando US$ 7,94 milhões. Em fevereiro, os Estados Unidos despontaram como o maior comprador das roupas brasileiras, sustentando US$ 1,56 milhão, ultrapassando Uruguai e Paraguai, parceiros habituais. Sobre fevereiro de 2018, a exportação de vestuário diminuiu cerca de 15%, puxada para baixo sobretudo pelo recuo do Uruguai.

O Brasil embarcou para o mercado uruguaio o equivalente a US$ 2,17 milhões em fevereiro de 2018, mas reduziu a fatura para US$ 1,16 milhão, em fevereiro de 2019.

 

FONTE: GBL Jeans
#190310-02
10/03/2019

Exportação brasileira de calçados cresceu 26% impulsionada pelo consumo americano

A exportação brasileira de calçados cresceu 26% em volume no primeiro bimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018, segundo a Abicalçados (associação da indústria).

Uma quantidade maior de encomendas dos Estados Unidos é a principal explicação para o aumento, de acordo com Heitor Klein, presidente da entidade.

Ao se considerar apenas os EUA, o número de pares exportados subiu cerca de 68%.

“Os importadores americanos olharam mais para o Brasil em função das disputas entre [o presidente Donald] Trump e a China”, diz o executivo.

“Com a imposição de restrições a produtos chineses, há receio de que haja algum impacto no fornecimento de calçados daquele país.”

A tendência é que o ritmo siga no patamar atual mesmo se o embate entre os dois países for resolvido, afirma Klein: “Se a tensão prosseguir, o volume deverá até crescer”.

FONTE: Blog do BG
#190211-19
11/02/2019

Exportações de calçados disparam em volume e receita no mês de janeiro

A exportação de calçados subiu 33,4% em volume e 23% em receita no mês de janeiro frente ao mesmo período de 2018, segundo dados divulgados na última quarta-feira (6) pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Foram 15 milhões de pares embarcados e US$ 99,3 milhões de faturamento.

De acordo com Heitor Klein, presidente-executivo da Abicalçados, as exportações do Ceará foram responsáveis por uma parte significativa do montante, já que tiveram incremento de quase 60% na comparação anual. De lá, 7,3 milhões de pares foram exportados por US$ 38 milhões, o que corresponde a crescimentos de, respectivamente, 44,3% e 56,8%.

Klein ainda faz previsões para 2019 com base na maior estabilidade do câmbio e da retomada do mercado nos EUA: “A percepção de recuperação do mercado estadunidense, especialmente a partir da possibilidade de taxação extra do calçado chinês naquele país, está se confirmando”, diz. Dessa forma, o Brasil irá ocupar o espaço do calçado asiático no mercado norte-americano.

Destinos

Os Estados Unidos foram o país que mais importou do Brasil em janeiro. Segundo o levantamento realizado pela entidade, o volume embarcado chegou a 1,67 milhão de pares, 80% de alta quando comparado com janeiro de 2018. A receita cresceu 52%, fechando em US$ 18,47 milhões.

França e Reino Unido também se destacaram no último mês, importando, respectivamente, 1,77 milhão de pares por US$ 9 milhões e 307,3 mil pares por US$ 3,54 milhões. As exportações para o país francês caíram, porém apresentaram aumento significativo no mercado britânico, crescendo 231% em pares e de 115% em dólares, na comparação anual.

A Argentina, por estar no meio de profunda crise econômica, importou menos calçados brasileiros. Foram embarcados somente 333,27 mil pares por US$ 4,3 milhões, retrações de 2% em volume e 24,6% em receita.

Importações

O Brasil importou menos em janeiro. Segundo a associação, foram 2,78 milhões de pares de calçados por US$ 39,53 milhões, o que representa uma queda de 4,8% em volume e 1,3% em dólares frente ao mesmo período do ano passado.

As peças vieram principalmente do Vietnã, com 1,33 milhão de pares e US$ 22 milhões, Indonésia, com 570,5 mil pares e US$ 8,45 milhões, e China, com 528,7 mil pares e US$ 3 milhões.

As importações de partes de calçados, como palmilhas, solas, saltos e cabedais, caíram 35%, atingindo uma receita de US$ 4,64 milhões. China, Paraguai e Vietnã foram os principais países exportadores.

FONTE: Money Times
#190211-18
11/02/2019

2019 começa promissor para as exportações de calçados

Primeiro mês do ano registrou o embarque de 15 milhões de pares por US$ 99,3 milhões, altas de 33,4% em volume e de 23% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado.

O início de ano foi de boas notícias para os exportadores de calçados brasileiros. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o primeiro mês registrou o embarque de 15 milhões de pares por US$ 99,3 milhões, altas de 33,4% em volume e de 23% em receita no comparativo com o primeiro mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que o número positivo foi puxado pelas exportações do Ceará, que tiveram incremento de quase 60% na relação ao mesmo período em 2018.

“Existe um movimento de retomada nos embarques, já sentido nos meses finais do ano passado. A participação exitosa na primeira grande plataforma internacional do ano, a Expo Riva Schuh, na Itália, nos dá bons indícios para 2019”, comenta. Segundo ele, o câmbio mais estável e a retomada do mercado nos Estados Unidos também são indicadores importantes.

O principal exportador do primeiro mês do ano foi o Ceará. De lá, partiram 7,3 milhões de pares por US$ 38 milhões, altas de 44,3% e de 56,8% em relação a janeiro de 2018. O segundo exportador foi o Rio Grande do Sul, que embarcou 2,37 milhões de pares que geraram US$ 37,9 milhões, incrementos de 26,8% em volume e de 9,2% em dólares no comparativo o mês correspondente do ano passado. A terceira origem das exportações foi São Paulo. Os paulistas embarcaram 510,2 mil pares por US$ 7,35 milhões, altas de 25,5% e de 5,2%, respectivamente, na relação com o ano anterior.

Entre os destinos, destaque para os Estados Unidos. Em janeiro, os norte-americanos importaram 1,67 milhão de pares por US$ 18,47 milhões, altas de 80% em volume e de 52% em receita ante o mesmo mês de 2018. “A percepção de recuperação do mercado estadunidense, especialmente a partir da possibilidade de taxação extra do calçado chinês naquele país, está se confirmando”, comemora Klein, para quem o Brasil deve ocupar espaço deixado pelo calçado asiático naquele mercado.

O segundo destino dos embarques de janeiro foi a França, para onde foram enviados 1,77 milhão de pares que geraram US$ 9 milhões, quedas de 4% e de 21%, respectivamente, ante janeiro de 2018.

A Argentina, em profunda crise econômica e preservando suas reservas cambiais, importou menos calçados brasileiros. No mês passado, os argentinos compraram 333,27 mil pares por US$ 4,3 milhões, quedas de 2% em pares e de 24,6% em receita no comparativo com mês correspondente de 2018.

Destaque positivo do quadro foi o Reino Unido, mercado-alvo do Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados da Abicalçados. “Com debates acalorados acerca de sua saída da União Europeia, o país parece estar diversificando seus fornecedores de calçados”, avalia Klein. Em janeiro, os britânicos importaram 307,3 mil pares por US$ 3,54 milhões, incrementos de 231% em pares e de 115% em dólares na relação com o primeiro mês do ano passado.

FONTE: Francal
#190206-07
06/02/2019

Exportações de calçados crescem 23% em janeiro

As exportações de calçados atingiram 15 milhões de pares e movimentaram US$ 99,3 milhões em janeiro. Em volume, houve aumento de 33,4% em relação ao mesmo mês de 2018. Em valor, o avanço foi de 23%. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Em comunicado, o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, observou que o desempenho foi incrementado pelo câmbio mais favorável e pela retomada das vendas aos Estados Unidos. Klein destacou o crescimento das exportações do Ceará, de 56,8% no período, para US$ 38 milhões. O Estado produz principalmente sandálias e calçados de verão.

Principais destinos

Entre os destinos, a Abicalçados destacou o desempenho de vendas para os Estados Unidos. Os embarques para o país aumentaram 80% em volume, para 1,67 milhão de pares. Em valor, houve crescimento de 52%, para US$ 18,5 milhões.

"A percepção de recuperação do mercado americano, especialmente a partir da possibilidade de taxação extra do calçado chinês naquele país, está se confirmando", afirmou Klein em comunicado.

O segundo principal destino das exportações foi a França, com o envio de 1,77 milhão de pares, 4% menos em relação a janeiro de 2018. Em valor, houve queda de 21%, para US$ 9 milhões.

O terceiro país foi a Argentina, que vive uma crise econômica e reduziu as compras do Brasil. Em janeiro, a Argentina importou 333,27 mil pares, 2% menos na comparação anual. Em valor, houve redução de 24,6%, para US$ 4,3 milhões.

No lado positivo, a Abicalçados destacou o crescimento de 231% nas exportações para o Reino Unido, chegando a 307,3 mil pares. Em valor, os embarques cresceram 115%, para US$ 3,54 milhões. O Reino Unido foi o mercado escolhido pela Abicalçados para ser desenvolvido no ano passado em um programa de incentivo às exportações.

Importações caem

As importações de calçados registraram queda de 4,8% em janeiro, em comparação ao mesmo mês de 2018, totalizando 2,78 milhões de pares. Em valor, houve queda de 1,3%, para US$ 39,5 milhões.

O Vietnã foi o principal país de origem das importações, com 1,33 milhão de pares e US$ 22 milhões (quedas de 1,8% e de 8%, respectivamente).

As importações da Indonésia cresceram 42,3%, para 570,5 mil pares, e 24% em valor, para US$ 8,5 milhões.

As compras de calçados da China recuaram 40% em volume, para 528,7 mil pares, e 15,3% em valor, para US$ 3 milhões.

Em partes de calçados - como palmilhas, solas, saltos e cabedais - as importações recuaram 35%, para US$ 4,6 milhões. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

FONTE: Valor Econômico
#190121-10
21/01/2019

COUROMODA 2019: Balanço

A COUROMODAfeira de calçados e artigos de couro mais importante da América Latina, termina sua 46ª edição em clima de otimismo com relação ao mercado, motivado pelos sinais de recuperação da economia e expectativa positiva para os próximos anos. Integrada 100% à COUROMODA, aconteceu também a 9ª São Paulo Prêt-à-Porter – Feira Internacional de Negócios para Indústria de Moda, Confecções e Acessórios, destinada às indústrias de vestuário e acessórios de moda de pequeno e médio porte.

Realizadas de 14 a 17 de janeiro, ambas receberam mais de 31 mil visitas nos pavilhões do Expo Center Norte – um aumento de aproximadamente 5% nos acessos – entre elas, mais de mil compradores internacionais, chegando a um total de mais de 7.300 razões sociais registradas. “O crescimento ficou dentro do que prevíamos, mas, mais importante que o número foi a qualidade dos profissionais que circularam no evento, com disposição para comprar e foco na realização de negócios. Terminamos a feira com a esperança renovada”, celebra Jeferson Santos, diretor geral da COUROMODA.

Segundo Francisco Santos, fundador e presidente da COUROMODA, a expectativa para o próximo ano é de um incremento superior a 15% nas áreas destinadas aos expositores, motivada pela retomada do crescimento e pela recuperação das exportações, inclusive com o retorno de marcas que há algum tempo não participavam do evento. “Renovamos nosso sentimento de confiança na economia e acreditamos que o Brasil vai entrar no caminho do crescimento”, argumenta. A edição 2020 já tem data marcada e será realizada de 13 a 16 de janeiro.

Com o maior Índice de Confiança do Empresário Industrial nos últimos oito anos, atingindo 63,2 pontos em novembro e o crescimento do PIB, que no último trimestre chegou a 1,7% no comparativo com o mesmo período do ano passado, o setor se mostra otimista também com olhar internacional para os produtos nacionais e com a previsão de incremento nas vendas do varejo local de mais 3% em 2019 (segundo dados da ABLAC), tendo como base o aumento da relevância das lojas no mercado em 2018 e as medidas que o novo governo federal deverá adotar para o reaquecimento da economia.

Otimismo do mercado

Os expositores revelaram que a feira injetou expectativas positivas para o setor. Segundo Charles Werbnte, do comercial da Bottero, a empresa teve um bom volume de negócios, 10% melhor que nas edições anteriores. Já Daniel Soares, da BLT Shoes, afirma que a empresa teve um bom feedback dos produtos por parte dos clientes, especialmente das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Retomada da exportação

Apesar da queda de 10,8% em volume de exportações e de 10,5% em valores no comparativo com 2017, a Abicalçados inicia 2019 com otimismo na indústria e de olho no crescimento. Para Heitor Klein, presidente-executivo da Abicalçados, o ano abre com um ambiente mais seguro para os agentes de exportação. “Assim, devemos obter incrementos”, projeta, ressaltando que existem boas expectativas de recuperação.

O gerente comercial da OrtopéSilton Freire, já viu resultados positivos na COUROMODA 2019 e afirma que a empresa está satisfeita: “A visitação internacional foi boa, demonstrando que o Brasil continua atrativo. Concretizamos muitos negócios com clientes da América Latina”. Já a designer da Byara, Eduarda Freire, contou que seus sapatos femininos também atraíram a atenção de varejistas internacionais. “Vendemos bem para compradores do Equador, Peru e Paraguai”, disse.

A empresa de calçados Beira Rio, por exemplo, vendeu 50 mil pares para duas empresas árabes durante a feira calçadista e de acessórios. Segundo o especialista em vendas externas da companhia, Fabio de Oliveira, cerca de 13% do total exportado entre as sete marcas da companhia vão para o mundo árabe, como Marrocos, Argélia, Sudão, Tunísia, Líbia, Iêmen, Iraque, Kuwait, Emirados, Catar e Omã. A Beira Rio produz 110 milhões de pares por ano, segundo dados de 2018 informados por Oliveira. Deste montante, cerca de 15% é vendido para o mercado externo.

Em 2018, a principal origem do calçado exportado foi o Rio Grande do Sul. Das fábricas gaúchas saíram 27,18 milhões de pares que geraram US$ 428 milhões, quedas de 3,4% em volume e de 5,2% em receita no comparativo com 2017. O segundo exportador foi o Ceará, de onde partiram 40,9 milhões de pares por US$ 248,8 milhões, quedas de 18% em pares e de 14% em receita ante 2017. O terceiro exportador foi São Paulo, de onde foram embarcados 7 milhões de pares que geraram US$ 103,7 milhões, quedas tanto em volume (-4,1%) como em receita (-8,6%) em relação ao ano anterior.

No total, foram mais de mais de 1.000 compradores internacionais, de 60 países da América Latina, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.

FONTE: Jornal dia a dia
#190117-01
17/01/2019

Balança tem superávit de US$ 58,7 bilhões em 2018, aponta FGV/Icomex

A balança comercial fechou o ano de 2018 com um superávit de US$ 58,7 bilhões, com destaque para a participação da China como principal destino das exportações brasileiras. Embora o resultado tenha sido inferior ao de 2017, de US$ 67 bilhões, foi o segundo melhor desempenho da série histórica, segundo os dados do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), divulgado nesta quinta-feira, 17, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A China deteve 26,8% das exportações brasileiras, mais do que o dobro da participação dos Estados Unidos, responsável por 12% das vendas externas do Brasil. O terceiro principal parceiro foi a Argentina, embora esta tenha reduzido sua participação no ranking de destino de exportações, passando de 8,1% em 2017 para 6,2% em 2018.

No ano passado, os chineses aumentaram sua participação nas exportações do Brasil, em relação a 2017, quando compraram 21,8% do total exportado. O crescimento de 35,2% nas exportações para a China em 2018 foi puxado pela soja em grão, petróleo bruto e minério de ferro. Os três produtos somam 82% das exportações brasileiras para território chinês.

O petróleo superou a participação do minério de ferro pela primeira vez nas vendas externas brasileiras para a China, ressaltou a FGV.

"A importância da China para as exportações brasileiras é reafirmada quando analisamos os dez principais produtos exportados pelo Brasil", declara o relatório do Icomex. "O segundo principal produto exportado pelo Brasil é o óleo bruto de petróleo e a participação da China no total exportado passou de 44,2% para 57%, entre 2017 e 2018. Nas exportações de carne bovina, oitavo principal produto, o porcentual da China foi de 18,3% em 2017, e de 27,2% em 2018", completou.

Quanto às importações, a China é o principal mercado de origem, mas com menor diferença em relação ao segundo colocado. A China foi responsável por 19,2% das importações brasileiras, enquanto os Estados Unidos detiveram 18,1% das importações totais em 2018.

A FGV lembrou ainda que houve extraordinariamente um aumento nas importações totais em 2018 influenciado pelas mudanças do Repetro, regime fiscal do setor de óleo e gás.

Em 2018, o volume exportado pelo Brasil cresceu 4,6% em 2018, enquanto as importações subiram 12%. Se excluídas as plataformas, a alta no volume importado seria de 6%. A FGV espera algumas eventuais operações de retorno contábil das plataformas de petróleo via importações em 2019, "no entanto, não se espera um impacto semelhante ao que ocorreu em 2018", prevê o relatório.

FONTE: Uol Economia
#190104-01
04/01/2019

Calçadistas esperam melhora de exportações

Setor produtivo teve desempenho abaixo do esperado em 2018, prejudicado por queda de embarques, mas prevê ser beneficiado por conflito comercial entre China e Estados Unidos

A indústria calçadista espera recuperação em 2019, puxada por melhora nas exportações. Ao contrário do varejo, que teve crescimento acima do esperado no ano passado, o setor deve ter fechado 2018 com queda nos indicadores.

“Temos expectativa de melhora no mercado interno ao longo de 2019, com base já nos resultados do final do ano. Talvez ocorra uma pequena arrefecida no 1º trimestre, mas recuperando no período seguinte. Também deve ocorrer uma recuperação acentuada no mercado externo”, projeta o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.

O dirigente acredita que o setor possa ser beneficiado pela guerra comercial entre Estados Unidos e China. “Deve haver uma recuperação das exportações, que sofreram quedas nos últimos anos, em função de um movimento notável de compradores americanos, que buscam diversificar suas fontes de suprimentos e reduzir sua dependência da Ásia”, assinala. De acordo com os dados mais recentes da Abicalçados, a produção do setor teve queda de 2,6% no acumulado de janeiro a outubro do ano passado, em relação ao igual período de 2017. Na mesma comparação, a exportação de calçados retraiu 8,6% em volume e de 9,8% em receita. Porém, em setembro e outubro, houve melhora na produção (5,2% e 6,6%) em relação aos mesmos meses de 2017. Em novembro, as exportações apresentaram alta de 6,6% sobre igual período do ano retrasado. “Esperamos que com um movimento maior de exportações, a produção brasileira de calçados volte a ter números positivos”, pontua Klein.

Varejo

O diretor executivo da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Wesley Barbosa, afirma que em 2018 houve expansão de 2,6%. “Foi acima do esperado. Nos anos anteriores praticamente não houve crescimento. A perspectiva inicial era de 1% a 1,5%.” Ele destaca que as vendas tiveram desempenho positivo, mesmo com uma série de fatores prejudiciais ao comércio. “O ano foi comprometido pela eleição, Copa do Mundo [de Futebol], um alto número de feriados e a greve dos caminhoneiros.”

De acordo com a Ablac, mais da metade do total vendido corresponde ao segmento de calçados femininos. “O masculino fica em segundo, mas pelo valor, não pelo volume, que é inferior ao infantil”, diz Barbosa.

O consultor de negócios e diretor da Franchise Solutions, Pedro Almeida, explica que o desempenho foi positivo graças às vendas do último bimestre. “O 1º semestre foi muito fraco, o ano fechou positivamente pelas vendas de fim de ano e de uma maior confiança após as eleições.” Em 2019, a expectativa é de continuidade do crescimento. “A expectativa é de incremento na casa dos 3% nas vendas de lojas de calçados”, estima Barbosa. “A indefinição eleitoral travou investimentos do varejo. Agora, com a linha econômica definida, as ações são encaminhadas. Além disso, não haverá fatores desestabilizadores em 2019, como eleições e Copa do Mundo”, destaca.

Almeida acredita que o crescimento não será tão concentrado em único período, como foi em 2018. “A tendência é que seja mais diluído em 2019.”

O diretor da Couromoda (feira de calçados e artigos de couro), Jeferson Santos, explica que as boas vendas de fim de ano desencadeiam um processo positivo para o setor. “Calçados e confecções foi o 2º item mais vendido no Natal. O lojista vai precisar repor o estoque e fazer vitrine.” Ele projeta avanço de 5% na visitação da feira. “É o termômetro do setor, representa 35% do PIB anual. Esperamos a presença de grandes players internacionais e a participação de compradores de 50 países.” Santos afirma que as exportações costumam ser mais produtivas em momentos de maior estabilidade política. “O Brasil vende calçados para mais de 160 países”, reforça. Klein, da Abicalçados, acrescenta que os principais produtos exportados do País são calçados de couro e sandálias injetadas.

FONTE: DCI
#181218-09
18/12/2018

Associação se empenha para remover entraves às exportações de calçados para o Equador

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está empenhada para resolver o entrave nas exportações de calçados para o Equador. Na última semana, o presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, esteve reunido com autoridades, entre elas o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que ressaltou que o caso aguarda apenas o envio de documentação de Análise de Risco (ARI) da Secretaria da Pesca para a Advocacia Geral da União (AGU) para ter um desfecho positivo para os calçadistas brasileiros.

Desde julho de 2017, em retaliação à proibição das importações de camarões locais por alegação de risco de contaminação, proferida pela então presidente do STF Carmen Lúcia, o governo equatoriano tem exigido uma extensa lista de informações para verificação de origem do calçado brasileiro e uma taxa de garantia de 10% do valor do produto mais US$ 6 por par, engessando a operação de venda para o país sul americano.  “Os prejuízos já são calculados em mais de US$ 20 milhões”, conta Klein.

Por outro lado, segundo o executivo, a alegação de que o camarão equatoriano apresenta riscos de contaminação já não se sustenta, inclusive com aval do próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), faltando apenas o encaminhamento da Secretaria da Pesca para a AGU e, posteriormente, para o STF.

“O ministro Dias Toffoli foi taxativo. Assim que chegar a documentação que cessa a necessidade de ARI, ele destrava as importações dos camarões equatorianos. É uma estagnação que nos causa estranheza e indignação e que já perdura por mais de dois meses”, ressalta Klein.

Entenda o caso

Em 29 de maio de 2018, a Ministra Carmen Lúcia deferiu, liminarmente, a suspensão da liminar do TRF1, restabelecendo os efeitos da decisão proferida pelo Juízo da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal nos autos da Ação Civil Pública – ingressada 24 de maio de 2017, pela Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) -, em que não proíbe a importação de camarões equatorianos, mas, a condiciona à Análise de Risco (ARI). Tão logo, o governo do Equador passou a retaliar as importações de calçados brasileiros.

O caso foi objeto de análise de técnicos do Mapa, que não validam a existência de risco advindo do camarão daquele país, portanto, tornando a alegação inicial improcedente. Ocorre que o camarão importado vem descascado, eviscerado, limpo e congelado, portanto, sem risco de dano à saúde e ao meio-ambiente. Todavia, a autoridade sobre exigências de Análise de Risco compete à Secretaria Especial da Aquicultura e da Pesca, da Presidência da República.

Para resolução, o caso aguarda encaminhamento de documentação, por parte da Secretaria Especial da Aquicultura e da Pesca, para Advocacia-Geral da União e, posteriormente, para o STF, destravando as importações do produto daquele país e, consequentemente, as exportações de calçados para o Equador.

FONTE: Comex do Brasil
#181130-01
30/11/2018

Importação têxtil sobe quase 30%

Em outubro, o comércio exterior ficou aquecido, com as exportações brasileiras também crescendo na faixa dos 80%

Com o recuo na cotação do dólar, o comércio exterior brasileiro ficou aquecido em outubro. A importação de artigos têxteis aumentou 28% em relação a setembro, quando o setor freou as compras. Movimentou US$ 529,45 milhões, dos quais US$ 285,68 milhões fornecidos pela China, entre fios, tecidos e roupas, mostram os dados do sistema de controle da balança comercial do Brasil. A Índia é o segundo maior fornecedor do país, mas, com distantes US$ 53,75 milhões. A Indonésia se consolida como o terceiro maior vendedor para o mercado brasileiro com US$ 20,72 milhões. Sobre outubro de 2017, o crescimento girou em torno de 8%.

As importações de roupas avançaram no mesmo ritmo na passagem para outubro. A expansão de 28% sobre setembro correspondeu a US$ 162 milhões movimentados. Novamente quase a metade foi suprida pela China, responsável por US$ 87,15 milhões do total. Bangladesh é o segundo maior fornecedor de vestuário para o Brasil, tendo vendido US$ 19 milhões em outubro. O fluxo cresceu na mesma proporção (28,73%) também em relação a outubro do ano passado.

EXPORTAÇÃO AVANÇA MAIS

A venda de produtos brasileiros para o mercado externo deu um salto em outubro ainda maior que o registrado em setembro. Subiu 82,29%, atingindo US$ 367 milhões. Desse total, US$ 282,9 milhões representam exportação de algodão. Sobre outubro de 2017, as exportações brasileiras aumentaram 4%. Os três maiores compradores do mês foram China (US$ 87,23 milhões), Vietnã (US$ 52 milhões) e Indonésia (US$ 43,46 milhões), que compraram basicamente algodão, assinala o sistema oficial de monitoramento do comércio exterior.

As exportações de roupas contribuíram com US$ 12,1 milhões, praticamente o mesmo valor negociado em setembro (-0,83%). Sobre outubro de 2017 o aumento foi 13,29%. O Paraguai continuou como principal destino das roupas feitas no Brasil, tendo sido embarcados US$ 4,17 milhões. O Uruguai comprou um pouco menos que em setembro, movimentando US$ 1,51 milhão em outubro. Para os Estados Unidos foram enviados outros US$ 1,46 milhão.

Mesmo com a alta das exportações, a balança comercial brasileira do setor permanece deficitária, assinalando diferença de US$ 162,38 milhões em outubro.

FONTE: GBL Jeans
#181123-01
23/11/2018

Balança de denim acelera em outubro

Mesmo menor que em igual mês de 2017, as importações brasileiras subiram 66% no período e as exportações avançaram 50%

A balança comercial brasileira de denim aqueceu em outubro, diferentemente do que ocorreu em setembro. As importações não voltaram ao patamar de julho, mas, avançaram 65,79% para registrar US$ 1,77 milhão. A China forneceu praticamente todo o denim comprado pelo Brasil no mês, respondendo por US$ 1,38 milhão do total. O Equador aparece em segundo lugar, com a venda de US$ 301 mil, valor que vem caindo desde agosto, conforme registra o sistema de estatísticas de comércio exterior do governo brasileiro.

As exportações que recuaram em setembro ganharam fôlego em outubro. Cresceram 50% atingindo US$ 4,21 milhões. Ajudou nesse desempenho a volta das compras argentinas que consumiram US$ 1,26 milhão do denim embarcado pelo Brasil. Em outubro, a Bolívia foi o segundo principal destino dos produtos nacionais sustentando US$ 662 mil. O Peru comprou US$ 401 mil.

O saldo da balança comercial de denim permaneceu assim com superávit, com o saldo aumentando para US$ 2,43 milhões, 26% a mais em relação ao mês anterior e 64% acima do registrado em outubro de 2017.

ACUMULADO DO ANO

De janeiro a outubro, o Brasil importou US$ 22,17 milhões em denim, quase que dobrando o valor movimentado no mesmo período do ano passado. O peso da China aumentou na balança comercial do período. No acumulado do ano, as empresas chinesas venderam ao Brasil US$ 16,64 milhões, mais que o dobro do embarcado de janeiro a outubro de 2017 (US$ 7,14 milhões). O aumento também foi de quantidade, não apenas em valor. Nos primeiros nove meses de 2018, o Brasil importou praticamente 5 mil toneladas de denim chinês, contra 2,2 mil toneladas de janeiro a outubro de 2017.

No acumulado do ano, o volume exportado teve pequena variação positiva, aumentou 3,23% impulsionado basicamente pelas operações realizadas em outubro. Foram embarcados nos primeiros nove meses do ano US$ 35 milhões, dos quais US$ 10,8 milhões para a Argentina. Para a Colômbia foram enviados US$ 3,8 milhões, o dobro do ano passado, mostram os dados do sistema que registra e controla a balança comercial brasileira (Comexstat).

 

 
FONTE: GBL Jeans
#181108-05
08/11/2018

Outubro foi o melhor mês do ano para exportação de calçados

Brasil exportou o equivalente a US$ 93,77 milhões no mês passado, um aumento de 31% sobre setembro e de 0,2% em relação a outubro de 2017.

A exportação de calçados do Brasil rendeu US$ 93,77 milhões em outubro – o melhor resultado mensal do ano -, com um aumento de 0,2% sobre o mesmo mês do ano passado. Foram embarcados 11 milhões de pares, um recuo de 5,5% na mesma comparação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (08) pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Sobre setembro de 2018, as exportações de outubro cresceram 31% em receita e 11,2% em quantidade. No acumulado do ano, as vendas externas somaram US$ 793,76 milhões, um recuo de 10,8% em relação ao mesmo período de 2017. Foram embarcados 89,8 milhões de pares, uma queda de 10% na mesma comparação.

De acordo com a Acalçados, o resultado de outubro é reflexo da recuperação das vendas aos Estados Unidos, que voltaram a ser o maior mercado do calçado brasileiro. “Provavelmente, e em proporção maior do que esperávamos, já podemos notar o reflexo da medida em vigor desde o dia 13 de outubro e que reduziu o imposto de importação de calçados para aquele país, alguns a zero”, disse o presidente da entidade, Heitor Klein, em nota.

FONTE: ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe
#181024-05
24/10/2018

África floresce na produção de vestuário

As potencialidades na produção de vestuário de África estão finalmente a dar frutos, depois de anos de potencial adormecido. Motivado, em parte, pelo desejo das empresas em diversificar a estratégia de produção à luz da guerra comercial entre os EUA e a China, juntamente com as limitações e riscos de outros países fornecedores, um grupo de nações africanas esta a emergir como uma opção viável no mapa do aprovisionamento.

A importação de vestuário de países da Africa Subsariana por parte dos EUA aumentou 17,97% para 659,71 milhões de dólares (cerca de 575 milhões de euros), até julho, quando comparado com igual período de 2017, de acordo com o OTEXA – Office of Textiles & Apparel do Departamento de Comércio. Estes números resultam, em parte, do AGOA – African Growth and Opportunity Act. Margaret Waithaka, diretora da promoção comercial e do AGOA no polo de investimento e comércio da África Oriental, revela que o vestuário é o produto não petrolífero mais exportado sob a alçada da AGOA nos sete estados da África Oriental que este programa apoia. «O nosso centro tem vindo a trabalhar com o sector privado, as associações comerciais, os organismos de certificação e Governos nacionais para expandir as exportações ao mercado global e, particularmente, aos EUA, sob a AGOA, que concede um acesso livre de impostos a 6421 linhas tarifárias, incluindo vestuário, têxteis-lar, artigos de viagem e calçado», explica Waithaka.

Steve Lamar, vice-presidente da American Apparel & Footwear Association acredita que África «vai tornar-se mais importante como destino de sourcing nos próximos anos». «Há muito tempo que sentimos isso, numa indústria que está sempre à procura de algo novo… Há poucos lugares que ainda não estão explorados. Quando se olha para Africa, há um muito potencial por descobrir», afirma Lamar. Além disso, está o «surpreendente caos no aprovisionamento que a guerra comercial com a China esta a causar». «Há muitas empresas que, atualmente, dizem coisas como “falei durante anos sobre diversificar, agora tenho mesmo de o fazer”. As empresas estão a tentar desenvolver estratégias de compra mais vastas, que estão a deslocar a produção e as cadeias de aprovisionamento da China para outros lugares. Sempre que conversamos com empresários, os países africanos são mencionados», acrescenta.

 

FONTE: Gbl Jeans
#181015-13
16/10/2018

IMPORTAÇÃO TÊXTIL RETRAI EM SETEMBRO

No acumulado do ano, a entrada de produtos de fora no país continua a subir mas perdeu força a partir do segundo semestre

A desaceleração do varejo refletiu nas importações brasileiras. Em setembro, as compras de produtos de fora caíram 16,74% em relação a agosto. Fecharam o mês somando US$ 413,58 milhões, quase 16% a menos (-15,55%) que em setembro de 2017. É o primeiro recuo depois de três meses em alta, mostram os dados do sistema de controle da balança comercial do país. A China forneceu US$ 193,21 milhões, em fios, tecidos e roupas. Em seguida, aparecem Índia, de onde o Brasil importou US$ 43,89 milhões em setembro, e Indonésia, de onde vieram mais US$ 21,27 milhões.

Do total, a importação de roupas correspondeu a US$ 125,84 milhões, praticamente metade (US$63,74 milhões) comprada da China. Bangladesh é o segundo maior fornecedor de vestuário para o Brasil, tendo vendido US$ 12,93 milhões em setembro. O mercado importou menos roupas no mês, com queda de 8,49% sobre agosto, e recuo de 9,41% na comparação com setembro de 2017.

EXPORTAÇÃO TOMA IMPULSO

A venda de produtos brasileiros para o mercado externo deu um salto em setembro de 53,78% em relação ao mês anterior, subindo para US$ 201,36 milhões. Mais da metade (US$ 127,55 milhões) representa a venda de algodão. Sobre setembro de 2017, as exportações brasileiras em geral caíram 32%. Os três maiores compradores de setembro foram Vietnã (US$ 34,33 milhões), Indonésia (US$ 23,28 milhões) e China (US$ 18,32 milhões), que adquiriram basicamente algodão.

As exportações de roupas contribuíram com US$ 12,2 milhões, alta de 18,58% sobre agosto e aumento de 8,22% em relação a setembro do ano passado. O Paraguai é o principal destino das roupas feitas no Brasil, tendo comprado US$ 3,98 milhões. Para o Uruguai foram embarcados US$ 2,22 milhões e para os Estados Unidos outros US$ 1,25 milhão.

Com a balança comercial enfraquecida, o setor continua a registrar déficit que em setembro alcançou US$ 212,21 milhões, 42% menos que o saldo negativo de agosto.

ACUMULADO DO ANO

De janeiro a setembro, o Brasil importou 13,09% a mais que em igual período de 2017, totalizando US$ 4,32 bilhões. Apesar da alta, a taxa de expansão perdeu força desde julho de modo geral. Só não para roupas, que avançaram 21% no período, passando para US$ 1,4 bilhão, basicamente pelo avanço dos embarques chineses (US$ 835,73 milhões, contra US$ 687,52 milhões de janeiro a setembro de 2017).

As exportações também esfriaram no acumulado dos primeiros nove meses, com queda de 3,73%, a primeira do ano, somando US$ 1,3 bilhão. As vendas brasileiras são bem pulverizadas. Maior comprador dos artigos têxteis produzidos no Brasil, a Argentina comprou US$ 175,78 milhões de janeiro a setembro.

 

FONTE: Gbl Jeans
#180926-04
26/09/2018

Isenção dos EUA para calçado anima exportador brasileiro

Em meio às informações frequentes sobre a guerra comercial que o presidente dos EUA, Donald Trump, move contra a China, passou quase despercebida uma decisão do governo americano na contramão dessa tendência e que beneficia a indústria brasileira de calçados. Publicada em 13 de setembro, a lei "Miscellaneous Tariff Bill Act of 2018" prevê a redução de tarifas de mais de 1,6 mil produtos importados, incluindo calçados.

A lei, que deve vigorar de 13 de outubro até 31 de dezembro de 2020, reduz tarifas para 40 categorias de calçados, incluindo sintéticos, de couro, têxteis e de segurança. As tarifas, que variavam de 6% a 37,5%, foram zeradas para cerca de 60% dos itens exportados pelo Brasil.

Além disso, a medida coloca o Brasil em vantagem em relação à China, o maior fornecedor de calçados para os Estados Unidos, com 1,7 bilhão de pares e US$ 14,8 bilhões no ano passado. Embora beneficiados pela nova lei, os calçados chineses de couro foram taxados em 10% na recente decisão de Trump para uma lista de US$ 200 bilhoes em importações.

"Com as medidas, os calçados brasileiros chegarão ao varejo americano mais baratos. Isso pode melhorar a negociação dos fabricantes brasileiros", diz Priscila Linck, coordenadora de inteligência de mercado da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Em 2017, os EUA importaram 2,38 bilhões de pares de calçados, movimentando US$ 25,14 bilhões. O Brasil exportou apenas 12 milhões de pares aos americanos, somando US$ 204 milhões. Neste ano, os embarques vinham sendo reduzidos. A Radamés Soulmade Shoes espera ampliar as exportações de itens de couro em 15%, para 25 mil pares. A Kidy Calçados Infantis, de Birigui (SP), informou que já vai buscar novos clientes nos Estados Unidos, aproveitando o câmbio favorável e a isenção tarifária. A Bibi Calçados e a Via Uno, porém, não esperam mudanças significativas em suas exportações.

FONTE: Valor Econômico
#180911-02
11/09/2018

BRASIL DOBRA EXPORTAÇÃO DE DENIM EM AGOSTO

Importação recua quase 20% depois de dois meses seguidos de alta

A depreciação da cotação do real frente ao dólar americano favoreceu as exportações de denim brasileiro, que dobraram em agosto, como já acontecera em junho. De acordo com as estatísticas de comércio exterior do governo brasileiro, as vendas do tecido nacional somaram US$ 5 milhões, aumento de 108% sobre julho. Pelo segundo mês consecutivo, a Colômbia ultrapassa a Argentina como principal destino do denim nacional, com embarques avaliados em US$ 825,31 mil, que correspondem a crescimento de 50% sobre julho.

As compras argentinas mostraram reação em agosto, com aquisição de US$ 666,65 mil, o dobro do valor comercializado no mês anterior. O Equador permanece entre os três principais destinos, garantindo embarque de US$ 654,33 mil, em agosto, que representa 80% acima do que o Brasil vendeu ao mercado equatoriano em julho.

No acumulado de janeiro a agosto, o volume exportado cresceu 7% para alcançar US$ 28,02 milhões, mostram os dados do sistema que registra e controla a balança comercial brasileira (Comexstat). Nesse período, a Argentina prevalece até agosto como o maior comprador do denim produzido no Brasil, absorvendo embarques calculados em US$ 9,36 milhões. A Colômbia é o segundo destino, mas bem atrás, com a compra de U$ 3 milhões de janeiro a agosto, apesar de o país ter dobrado as compras em relação a igual período do ano passado.

DESEMPENHO DAS IMPORTAÇÕES
Depois de apresentar forte crescimento dois meses seguidos mesmo diante da escalada da cotação do dólar frente ao real, as importações brasileiras de denim arrefeceram em agosto, aparentemente contidas pela moeda vendida acima de R$ 4 somada à retração do mercado interno. O Brasil comprou US$ 2,62 milhões em tecido denim e a China vendeu quase tudo, com volume fornecido de US$ 2 milhões. Os outros três maiores fornecedores são Equador (US$ 430 mil), Índia (US$ 85 mil) e Peru (US$ 77 mil).

Mesmo com esse recuo, o Brasil já importou até agosto mais denim do que em 2017 inteiro. O país comprou US$ 19,32 milhões nos primeiros oito meses de 2018, aumento de 88% sobre igual período do ano passado, quando foram internados US$ 10,3 milhões. E a China só aumenta a participação. Do bolo total de 2018, os chineses mandaram para o Brasil US$ 14,73 milhões. Muito atrás, aparecem o Equador com embarque de US$ 2 milhões no período, aumento de 36% sobre 2017; e a Índia com US$ 1,24 milhão, quase o triplo do valor comercializado de janeiro a agosto do ano passado.

SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DE DENIM
Diante do aumento expressivo das exportações em agosto, o deficit do setor em julho foi mais que superado com saldo positivo de US$ 2,37 milhões. No ano, a indústria nacional de denim opera com superavit na balança comercial de US$ 8,8 milhões, mas que corresponde a 61% a menos do saldo positivo que manteve entre janeiro e agosto de 2017.

FONTE: Gbl Jeans
#180806-02
06/08/2018

IMPORTAÇÃO AUMENTA EM JULHO

Alta não chegou a dois dígitos de expansão, mas compras estão voltando ao patamar de antes de maio, quando deram um salto a partir de janeiro

As importações brasileiras de roupas e outros itens têxteis subiram em julho 8,3% frente às transações realizadas no mês anterior, atingindo US$ 483,5 milhões. Também cresceram em relação a julho do ano passado, com avanço considerável de 21,22%, revelam os dados do sistema de controle da balança comercial do país administrado pelo ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Desde maio, a participação de roupas sobre o total importado vem caindo e não foi diferente em julho.

Com compras avaliadas em US$ 125,67 milhões, o vestuário respondeu por cerca de 26% das importações totais do setor (já chegou a representar 41%). O valor movimentado em julho representa 6,15% acima das operações realizadas em junho. Sobre julho do ano passado, a expansão foi de 11,37%. Como principal fornecedor de roupas e outros artigos têxteis, a China vendeu ao Brasil US$ 229,33 milhões em julho, dos quais US$ 63 milhões em itens de vestuário, praticamente repetindo o volume comercializado em junho.

Para efeito de comparação, o segundo maior fornecedor do Brasil continua sendo a Índia que vendeu, em julho, US$ 46,28 milhões entre produtos têxteis e vestuário. O terceiro país que mais forneceu ao mercado brasileiro no mês foi a Indonésia com vendas de US$ 23 milhões e os Estados Unidos aparecem logo atrás com operações de US$ 21,8 milhões. Em roupas, depois da China, estão bem atrás, Bangladesh (US$ 14,2 milhões) e Vietnã (US$ 5,9 milhões).

As exportações setoriais ao contrário decaíram, mesmo com o dólar apreciado em relação ao real, movimentando US$ 83,4 milhões, queda de quase 18% sobre junho e de 29% na comparação com julho de 2017. A Argentina é o principal destino dos produtos têxteis brasileiros em geral, respondendo por US$ 16,76 milhões em julho, menos do que comprou em junho. O Paraguai foi o segundo maior comprador, assumindo US$ 10,8 milhões em julho, na frente de Indonésia (US$ 7,3 milhões) e da Holanda (US$ 5,7 milhões).

As vendas de roupas minguaram ainda mais, caindo pelo quarto mês consecutivo. Em julho, o recuo foi de 14,5% em relação a junho, fechando o mês com embarques estimados em US$ 8 milhões. Sobre julho de 2017, a redução foi de 13%, mostram os dados da balança comercial brasileira. Novamente Paraguai e Uruguai foram os dois principais compradores das roupas brasileiras, sustentando US$ 2,88 milhões e US$ 1,18 milhão, respectivamente, em julho. Os Estados Unidos entram em quarto lugar na lista dos maiores compradores de vestuário adquirindo US$ 824 mil entre meias, maiôs e biquínis brasileiros.

FONTE: Gbl Jeans
#180713-01
13/07/2018

IMPORTAÇÃO TOMA IMPULSO EM JUNHO

Alta do dólar não desanimou os negócios, que cresceram quase 14% em junho sobre o movimento do mês anterior de compras de roupas e outros itens têxteis

As importações brasileiras de roupas e outros itens têxteis subiram em junho 13,76% sobre o movimento do mês anterior, atingindo US$ 446,5 milhões. Aparentemente, a alta do dólar não inibiu os negócios que cresceram também em relação a junho do ano passado, avanço de 8,63%), indicam os dados do sistema de controle da balança comercial do país administrado pelo ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Ao contrário do que ocorreu em outros meses do semestre, a participação de roupas sobre o total importado caiu em junho.

Com compras avaliadas em US$ 118,39 milhões, o vestuário respondeu por cerca de 27% das importações do setor. No pico do semestre, em março, quando foram negociados US$ 566 milhões, essa participação correspondia praticamente a 41%. O que não muda é a China como o principal país fornecedor do Brasil no setor. Em junho o país comprou US$ 63 milhões em roupas chinesas. Do total importado no mês, US$ 216,82 milhões foram enviados pela China. Para efeito de comparação, o segundo maior fornecedor é a Índia que vendeu US$ 32,31 milhões ao Brasil em junho.

As exportações setoriais também cresceram no mês. Subiram 10,55% em relação a maio para somar US$ 101,73 milhões. Mas sobre junho de 2017, essas operações diminuíram 4,33%. A Argentina é o principal destino dos produtos brasileiros, respondendo por US$ 22,33 milhões no mês. Os embarques de roupas perderam a força em junho, correspondendo a US$ 9,38 milhões, queda de 7,36% sobre maio e recuo de 11% sobre junho de 2017. O Paraguai comprou US$ 2,39 milhões em roupas nacionais e o Uruguai outros US$ 1,9 milhão.

RESULTADOS DO SEMESTRE

De janeiro a junho, a balança comercial brasileira em vestuário e itens têxteis avançou em torno de 20% sobre os resultados do primeiro semestre de 2017. As importações no período totalizaram 2,93 bilhões, 19,61% acima do negociado nos primeiros seis meses do ano passado. Desse total, as roupas representaram US$ 1,01 bilhão, dos quais US$ 640 milhões vindos da China. Bangladesh foi o segundo maior fornecedor, porém, em patamar bem distante, provendo US$ 104,63 milhões. Das importações gerais, a China forneceu US$ 1,571 bilhão no primeiro semestre de 2018.

No período, as exportações cresceram 19,61% em relação ao igual semestre do ano passado, atingindo US$ 891,98 milhões, dos quais US$ 407,22 milhões representam vendas de algodão. O maior comprador é a Argentina consumindo US$ 118,96 milhões de itens têxteis e outros produtos brasileiros. A Indonésia aparece em seguida com US$ 98,37 milhões, basicamente
compras de algodão (US$ 97,26 milhões).

FONTE: Gbl Jeans
#180410-01
10/04/2018

IMPORTAÇÕES ACENDEM SINAL AMARELO NO SETOR

Em março, as compras de produtos roupas vindas do exterior cresceram sobre uma base mais forte que em meses anteriores.

Estimuladas pelo câmbio considerado favorável para as importações, as empresas brasileiras continuaram a aumentar as compras no exterior, especialmente de roupas. Em março, as importações subiram para US$ 565,84 milhões, dos quais US$ 230 milhões correspondem a peças de vestuário, praticamente 70% vindos da China. Sobre fevereiro, o aumento das compras gerais cresceu em torno de 11%. Em roupas, o avanço foi bem maior, subindo 25%, mostra o sistema de acompanhamento da balança comercial brasileira operado pelo ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços.

As exportações pararam de cair, registrando em março ligeiro aumento de 2,75%, para US$ 170,76 milhões. Em março, os principais destinos de itens têxteis brasileiros foram pela ordem a Indonésia (US$ 23,73 milhões), seguida de perto pela Argentina (US$ 23,61 milhões) e o Vietnã (US$ 14,6 milhões). As roupas contribuíram com US$ 13,35 milhões do total, sendo o Paraguai o principal destino em março respondendo por US$ 4,75 milhões, quase quatro vezes mais o embarcado em fevereiro. O Uruguai vem se destacando, responsável por US$ 2,32 milhões, aumento de cerca de 7% sobre o embarque de fevereiro.

O déficit do setor piorou ainda mais em março, fechando o mês com saldo negativo de US$ 395 milhões, aumento de quase 15% sobre fevereiro.

 

FONTE: Gbl Jeans